A Baixada debate Educação

Em Nova Iguaçu, Reimont conversa com alunos do ensino médio , universitários, professores e militantes sociais sobre os avanços de Lula e Dilma na Educação.

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As ações afirmativas para o acesso ao nível superior, na Baixada Fluminense, foi o tema do debate promovido, no dia 27/10, pelo fórum Grita, Baixada, que teve a participação do vereador Reimont. O encontro aconteceu no CIEP Mariano Flor Cavalcante, em Nova Iguaçu, reunindo jovens alunos do ensino médio público, universitários, professores e militantes sociais.

Reimont lembrou as conquistas dos governos Lula e Dilma, que construíram 18 universidades federais e abriram 173 novos campus universitários, levando o ensino superior a todo o país, aumentando a oferta de cursos e vagas, fazendo parcerias com universidades particulares para a oferta de bolsas para alunos carentes e criando programas de bolsas no exterior – “Em dez anos, o Brasil dobrou o número de matrículas em instituições de educação superior: de 3,5 milhões, em 2002, passamos para  mais de 7,1 milhões, em 2014. Em 2015 e no primeiro semestre de 2016, o governo federal abriu mais um milhão e meio milhão de vagas no Ensino Superior em todo o Brasil. Em 13 anos, o número de universitários passou para  mais de 8,6 milhões.”

Ele destacou o impacto positivo dessas políticas na Baixada, onde, em dez anos, o número de universitários cresceu quase 130%, indo de apenas 32.22, em 2000, para 73.118, em 2010.

“Com uma população de quase 4 milhões de pessoas, a Baixada gera cerca de 25 % do PIB industrial do estado. Mas recebe muito pouco, em troca. Faltam investimentos em Educação, Saúde, Saneamento, Moradia, Transportes, tudo. Isso mudou com Lula e Dilma. Mas o golpe interrompeu esse belo caminho. A marca dos usurpadores é a da exclusão. Eles estão promovendo um profundo ataque aos direitos, tentando privatizar a educação e restringir o acesso dos mais pobres ao ensino público de qualidade. Cortaram vários programas e congelaram os investimentos por longos 20 anos.

Aparentemente, é desanimador. Mas pode ser diferente. Cabe, a cada um de nós, lutar para que não tenham sucesso. Cabe, a cada um de nós, lutar todos os dias, todas as horas, em defesa de uma educação pública e de qualidade para todas as pessoas. Fora, Temer! Fora, golpistas!”

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