Ato marca resistência e defesa da UERJ

Não ao abandono da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) pelos governos Cabral e Pezão e à precarização da estrutura do local, que encobre a intenção de privatizar a instituição

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Para dizer não ao abandono da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) pelos governos Cabral e Pezão e à precarização da estrutura do local, que encobre a intenção de privatizar a instituição, foi realizado o ato político cultural “UERJ Vive”, na Concha Acústica do campus Maracanã, em 14 de fevereiro.

Dezenas de artistas, intelectuais, professores, representantes políticos e de movimentos sociais participaram do ato, como o vereador Reimont, em defesa desta que é uma das maiores e mais prestigiadas universidades do Brasil e da América Latina, com campi em sete cidades do estado.

No encontro, também foram recolhidos materiais hospitalares básicos, como esparadrapo, atadura, luvas de procedimento, gaze e soro fisiológico, com o objetivo de garantir o funcionamento mínimo das unidades de saúde da universidade – o Hospital Universitário Pedro Ernesto, a Policlínica Piquet Carneiro e o Posto de Enfermagem, na Ilha Grande, referências em diversas especialidades, que estão na iminência de fechar as portas.

A UERJ enfrenta uma crise sem precedentes em seus 67 anos de existência, que inclui o atraso no pagamento dos salários de servidores e docentes e das bolsas de estudo dos alunos. O início do ano letivo de 2017 foi adiado por três vezes, por absoluta falta de condições.

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