Conflito no Alemão continua ferindo e matando

Os conflitos iniciados no Complexo do Alemão com a ocupação, pela Polícia Militar, de cinco casas de moradores, para servirem de bases da UPP, foi o ponto central da audiência pública

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Os conflitos iniciados no Complexo do Alemão com a ocupação, pela Polícia Militar, de cinco casas de moradores, para servirem de bases da UPP, foi o ponto central da audiência pública promovida pela Defensoria Pública do Estado, na segunda-feira (24), em parceria com as Comissões de Direitos Humanos da Câmara Municipal e da Assembleia Legislativa do Rio.

Em uma reunião bastante tensa, que juntou moradores e policiais, o clima foi amenizado pela garantia oferecida pelo subcoordenador de Polícia Pacificadora, tenente-coronel Marcos Borges, de que a PM desocuparia as casas da até o dia seguinte. Mas até a última quinta-feira, 27/04, o compromisso não havia sido plenamente cumprido.

“Não se pode naturalizar a violação de direitos, especialmente em espaços abandonados pelo poder público. É preciso garantir o direito à cidade” – assinalou Reimont.

A audiência foi construída com a participação dos moradores, como o pessoal do Coletivo Papo Reto e Juntos pelo Complexo, e contou com representantes do Ministério Público, da Secretaria Estadual de Segurança Pública, da Secretaria de Saúde e da Secretaria de Direitos Humanos.

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