Falência da Saúde

A Saúde segure piorando. No Rio, uma dona de casa morre por falta de atendimento, enquanto um músico mobiliza as redes sociais para conseguir atenção. Até quando?

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Um relatório do Ministério Público do Rio de Janeiro mostra que o governo do estado deve 6,2 bilhões de reais a fornecedores e prestadores da área da Saúde; é a maior dívida de todas as áreas da atual gestão.

Pezão investe cada vez menos em Saúde e as consequências trágicas a gente vê todos os dias. A morte da dona-de-casa Irene de Jesus Bento, cujo atendimento foi negado no Hospital Getúlio Vargas, é um desses casos que, diariamente, atingem milhares de pessoas e famílias.

Quase no mesmo período, o músico e sambista Edson Cortes, o Dinho, do grupo Galocantô, passou por dificuldade semelhante no Hospital Salgado Filho. Só uma forte mobilização nas redes sociais e na imprensa garantiu a necessária transferência e o atendimento adequado. Foi preciso gritar para conseguir um serviço que é direito das pessoas.

Se o problema é grave na capital do Estado, piora muito quando saímos dela. A Baixada Fluminense, por exemplo, tem carência de sete mil leitos hospitalares. Para atender uma população de cerca de 4 milhões de pessoas, há apenas três hospitais.

Este não é um problema só do Rio, ele está em todo o Brasil. É uma crise que faz parte do projeto do golpe, para privatizar a Saúde. Nós vamos deixar que isso aconteça?

#EmdefesadoSUS

 

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