Future-se: “A crise na educação não é uma crise, é um projeto”

“Como alguém pode ser contra a Educação Pública?”, tenho me perguntado. Mas o fato é que esse ódio existe e os ataques à Educação são muitos, em todos os níveis, frequentes e graves.

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“Como alguém pode ser contra a Educação Pública?”, tenho me perguntado. Mas o fato é que esse ódio existe e os ataques à Educação são muitos, em todos os níveis, frequentes e graves. 

Veja alguns indicadores:

Corte de verbas

  • Iniciados em abril, os cortes já somam R$ 6,2 bilhões, quase 25% do orçamento do MEC para 2019; é o maior entre todas as pastas. A UFRJ pode parar a qualquer momento.
  • A “tesoura” tirou R$ 349 milhões destinados a livros e materiais didáticos para a educação básica, tirando verbas dos municípios, inclusive do Rio.
  • Para pagar as emendas de deputados que aprovaram a Reforma da Previdência, governo usa quase 1 bilhão de reais do orçamento da Educação.

Precarização

  • Mais de 36 mil crianças estão sem creche no Rio. Entre os dez bairros com maior fila de espera por vagas, nove estão na Zona Oeste e um na Zona Norte. O prefeito não apresenta solução.

Privatização

  • O projeto Future-se, lançado pelo governo federal, abre as portas para a privatização e começa a ser rejeitado em todo o país. A UFRJ condenou todo o projeto.

Só a nossa união e livre manifestação poderão garantir uma Educação que sirva a todas e todos. Pense nisso.

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