Memória viva

Reimont presta homenagem em memória do ator, compositor e multiartista Mário Lago em ato cultural e político na Câmara Municipal.

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Com as presenças dos atores Bete Mendes e Bemvindo Sequeira, das pesquisadoras Mônica Velloso e Dulce Pandolfi, do deputado estadual Gilberto Palmares e dos filhos Graça e Mário, o mandato de Reimont promoveu, no último dia 30 de maio, um ato em homenagem ao ator, escritor, compositor, poeta, diretor e sindicalista Mário Lago, lembrando o 16º ano de morte do artista. O encontro destacou a intensa atividade política que ele exerceu da adolescência até pouco antes de morrer, o que lhe rendeu sete prisões, desde 1932 às diversas por que passou na ditadura civil-militar de 1964.

O grupo Militantes em Cena, criado por Jitman Vibranovski, interpretou um antigo e atualíssimo poema de Mário, “O povo escreve a História nas paredes”, que, lançado em 1948, trata do avanço do fascismo, da defesa do petróleo brasileiro e da Constituição. O cantor e compositor Ricardo Vilas também apresentou, em primeira mão, uma parceria póstuma com o velho Lago, intitulada “Que versos posso fazer?”.

Para Reimont, o ato teve a importância de homenagear um brasileiro de todos os tempos, cujas obras artística e política permanecem de incrível atualidade – “Esse encontro teve significado especial, por acontecer em um dia de luta em defesa da Petrobras, contra o golpe neoliberal, em defesa da democracia e de eleições com a participação do principal candidato, o presidente Lula. É um ato com a cara de Mário Lago”.

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