Não à Mordaça

Ato contra o estado de exceção e o crime de pensar reuniu militantes de movimentos sociais e sindicalistas.

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O ato contra o estado de exceção e o crime de pensar – realizado na última terça, 11 de abril, em frente à Polícia Federal, na Praça Mauá -, reuniu militantes de movimentos sociais e sindicalistas, em solidariedade aos líderes sindicais Emanuel Cancella e Roberto Ponciano e ao blogueiro Eduardo Guimarães. Os três, em diferentes momentos, foram intimados a depor no âmbito da Lava-Jato, unicamente por criticarem o caráter seletivo e partidário do processo.

Em seu discurso, Reimont destacou – “Estamos, aqui, em solidariedade aos bravos companheiros Emanuel Cancella, Eduardo Guimarães e Roberto Ponciano, perseguidos por exercerem o direito de informar e de se manifestarem contra o golpe e contra as práticas seletivas da operação Lava Jato. Estamos aqui em solidariedade a todas as pessoas que perseguidas pelo chamado crime de opinião. Hoje, no Brasil, há uma perigosa tentativa de criminalização do pensamento de oposição e de esquerda. Querem impor o pensamento único, querem calar o pensamento crítico. Não vamos permitir. Não nos deixaremos amordaçar, temos o direito de pensar e, mais do que isso, de expressar a nossa opinião”.

Uma outra forma de mordaça

Em uma ação irresponsável, o governo golpista de Temer fechou o único posto dos Correios do bairro carioca de Paquetá. Tirar o serviço de correio de uma ilha, que fica a cerca de duas horas do continente, é uma atitude inadmissível de óbvio isolamento da população. Vamos reagir!

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