Reforma da Previdência é alvo de protestos pelo país

Centrais Sindicais, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo organizaram o Dia Nacional de Paralisação e Mobilização contra a Reforma da Previdência.

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Todas as Centrais Sindicais, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo organizaram atos em todo o país durante o Dia Nacional de Paralisação e Mobilização contra a Reforma da Previdência, proposta pelo governo golpista do presidente Michel Temer, mobilizando ao menos 19 estados e o Distrito Federal, em 15 de março. Na cidade do Rio de Janeiro, aproximadamente 100 mil pessoas participaram do ato, de acordo com a organização do evento. A Polícia Militar informou que não divulga número de manifestantes.

Membros de sindicatos de diversas categorias, militantes de partidos políticos, parlamentares, professores, estudantes e trabalhadores mesmo sem relação a nenhuma central sindical se uniram para dizer não ao governo Temer e à reforma previdenciária, que aumenta a idade mínima de aposentadoria para 65 anos, tanto para homens quanto para mulheres. Além disso, para receber o teto do benefício, o trabalhador precisará contribuir por pelo menos 49 anos.

O vereador Reimont acompanhou a caminhada da Candelária até a Central. “Viemos dizer não a este projeto covarde que ataca a classe trabalhadora. Estas manifestações por todo o país são um não rotundo a esta pretensa reforma da previdência deste governo golpista e usurpador, que quer acabar com os direitos da população e com a possibilidade o trabalhador se aposentar”, afirmou.

No Rio de Janeiro, professores das redes pública e privada, bancários, portuários e setores da Petrobras, paralisaram suas atividades em apoio ao Dia Nacional de Mobilização. Já a categoria dos rodoviários chegou a aprovar a participação na greve de 24 horas, mas o serviço de transportes não chegou a ser totalmente interrompido.

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