Sem saúde não há democracia

No lançamento do manifesto Saúde e Democracia, Reimont reafirma a importância do SUS e repudia perda de direitos no governo golpista.

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Em um momento extremamente crítico para a Saúde Pública do país, com os seguidos ataques promovidos pelo governo golpista aos SUS, ao lado de crescentes agrados às operadoras de planos de saúde, o vereador Reimont participou nesta segunda-feira, dia 27/11, do lançamento do manifesto Saúde e Democracia: Desafios para um Brasil Contemporâneo, que fez parte das comemorações dos 90 anos de Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro/RJ – SinMed RJ.

Ao lembrar as sucessivas perdas de direitos impostas por temer, Reimont reafirmou os termos do manifesto, que destaca  que a “a saúde como valor solidário, direito de cidadania e dever do estado nunca esteve tão ameaçada como agora”.

O ato lembrou os grandes avanços proporcionados por ações e pesquisas do SUS não só para os seus usuários diretos como para o conjunto da sociedade, entre eles, a Política Nacional de Imunização (PNI), a redução da mortalidade infantil, a Reforma Psiquiátrica e a política de combate à AIDS, que garante o acesso ao tratamento a todos os portadores de HIV.

“As reformas que vêm sendo implementadas pelo atual governo, apoiadas na obsessão na redução do “déficit fiscal”, representam uma ruptura radical com os preceitos da Constituição Cidadã de 1988. Elas inviabilizam a realização de direitos sociais fundamentais, como a saúde e a proteção básica aos trabalhadores, aposentados e idosos, implicando na redução expressiva dos gastos sociais”, denuncia o manifesto, que você pode ler, na íntegra, clicando aqui saude-democracia (1)

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