Vila Hípica organiza ato por moradia digna

Sob o pretexto de modernizar o fornecimento de energia, o acesso à rede elétrica foi cortado, em mais uma tentativa de forçar os moradores a deixarem o local.

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Moradores de comunidades ameaçadas de remoção, militantes e o vereador Reimont, presidente da Comissão Especial de Moradia Adequada, participaram de um ato, no sábado 25 de março, em solidariedade aos moradores da Vila Hípica, na Praça do Alto da Boa Vista, que estão sob forte pressão da administração do Parque Nacional da Tijuca.

Sob o pretexto de modernizar o fornecimento de energia, a administração cortou o acesso à rede elétrica, deixando a comunidade sem luz, em mais uma tentativa de forçar os moradores a deixarem o local.

A Vila Hípica foi fundada na década de 1940, por funcionários da Sociedade Hípica Brasileira, que passaram a viver no local, em função da escassez de transporte, à época. Em 1984, com a saída da instituição do Alto da Boa Vista, foi permitido que permanecessem na área, onde haviam construído casas, vidas e histórias.

“A luta pela moradia é de todos nós. Junto com a Pastoral de Favelas, ouvimos as comunidades ameaçadas de remoção e reafirmamos o nosso compromisso com a moradia digna e adequada”, declarou Reimont.

Também estiveram presentes o promotor Leonardo Chaves, integrantes do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (SEPE/RJ), moradores do Horto, Vila Autódromo, Curva do Violão (Alto da Boa Vista), Vila Kennedy e Indiana e representantes da Pastoral de Favelas e do Museu das Remoções.

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