CNBB e o fim da truculência

CNBB divulga nota alertando para os riscos de um projeto baseado no liberalismo exacerbado e perverso

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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil/CNBB, que sempre se destacou na defesa da Democracia e dos mais empobrecidos, divulgou uma nota, intitulada “Mensagem da CNBB ao povo brasileiro”, alertando para os riscos de um projeto baseado no liberalismo exacerbado e perverso.

A 57ª Assembleia Geral da CNBB enfatiza os equívocos do atual governo na questão da reforma trabalhista, na questão da reforma previdenciária e também na questão da flexibilização do uso de armas.

Dizem os bispos: “O feminicídio, o submundo das prisões e a criminalização daqueles que defendem os direitos humanos reclamam vigorosas ações em favor da vida e da dignidade humana. O verdadeiro discípulo de Jesus terá sempre no amor, no diálogo e na reconciliação a via eficaz para responder à violência e à falta de segurança, inspirado no mandamento ‘Não Matarás’ e não em projetos que flexibilizem a posse e o porte de armas”.

Segundo a Polícia Federal, o número de portes válidos de arma, em dezembro de 2018, era de 36.702. O decreto presidencial diz: poderão ter porte de armas 65.193 políticos; depois, colecionadores, caçadores e atiradores, totalizando 255.402; caminhoneiros somam 900 mil; advogados, 1.138.300; moradores de áreas rurais, acima de 25 anos, são 18.619.000 que poderão ter armas. Portanto, aumenta a possibilidade de sair de 36 mil para 22 milhões.

E é preciso que a sociedade esteja atenta. É preciso que o Congresso Nacional esteja atento. Chega de truculência! Chega de violência! Chega de construção de uma sociedade onde as pessoas devam estar armadas até os dentes!

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