Descaso de Pezão e do PMDB afeta servidores e famílias

Às vésperas do Dia das Mães, vereador Reimont faz uma reflexão sobre a grave situação dos servidores, aposentados e pensionistas do estado.

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Para além dos apelos comerciais, o Dia das Mães tem inequívoca dimensão afetiva em nossa sociedade, mesmo que, cada vez mais, milhões de pessoas estejam excluídas desse momento – mães, filhos e filhas sem condições de promover sequer um almoço simples de comemoração.

A esse grupo, junta-se, este ano, um grupo de trabalhadoras e trabalhadores privados de seu direito à remuneração, em uma situação análoga à da escravidão, 208 mil servidores ativos e inativos e pensionistas do Estado do Rio de Janeiro (excetuando do Judiciário, Legislativo e Segurança) impossibilitados de prover as necessidades básicas de suas famílias, inclusive de alimentação.

Sem receber o 13º devido e os salários de março, abril e, agora, maio, muitos estão em absoluto desespero.

Em 9 de maio, quando do emocionante protesto-espetáculo dos servidores do Theatro Muncipal, soubemos de um triste fato gerado pelo descaso do governo Pezão – na véspera, a soprano Rose Provenzano teve que recorrer a uma “vaquinha” para sepultar o marido, o barítono Leonardo Páscoa, também do TMRJ, vítima de infarto fulminante, aos 42 anos.

Esta é uma situação que ofende a todos nós. O nosso mandato, solidário ao funcionalismo do estado, junta a sua voz à da população fluminense para repudiar o governo Pezão e apontar a responsabilidade do PMDB pelo que aconteça a esses homens e mulheres e suas famílias, na luta pela sobrevivência.

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