Não à Exclusão e ao Empobrecimento

As notícias recentes, mais uma vez, comprovam que o golpe tem lado e é o do grande capital.

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As notícias recentes, mais uma vez, comprovam que o golpe tem lado e é o do grande capital. Ao mesmo tempo em que propõe o menor aumento do salário mínimo em 16 anos – apenas 4,48% -, os usurpadores elevam em 20% a taxa de inscrição do Enem, que passa de R$ 68 para R$ 82, dificultando o acesso de milhares de estudantes mais pobres.

São decisões que vêm se somar ao crescimento do desemprego, à recessão, à terceirização, ao corte e eliminação de programas sociais e às propostas predadoras das reformas trabalhista e previdenciária, entre muitas. O resultado é a aceleração do empobrecimento e da exclusão.

Por isso, lamentavelmente, não surpreende o censo da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, revelando que, na nossa cidade, nos últimos dois anos, o número de moradores de rua praticamente triplicou: saltou de 5.472, em 2014, para quase 15 mil em 2016.

E mais, que aumentou em 75% o número de moradores de rua com ensino superior completo, passando de 40 para 70. Muitos ainda trabalham, em empregos cada vez mais precarizados. Mas, sem dinheiro para passagem e aluguel, ocupam as ruas do Centro. Os 60 abrigos e dois hotéis acolhedores do município, com apenas 2.177 vagas, não dão vazão.

Este é o triste retrato do Brasil do pós-golpe. É contra esse projeto que a população precisa se mobilizar!

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