Perdemos uma batalha, não a guerra

Todos nós assistimos e ficamos perplexos com a votação na Câmara que rejeitou a denúncia da por crime de corrupção passiva contra o usurpador Michel Temer

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Todos nós assistimos e ficamos perplexos com a votação na Câmara Federal que aprovou, na última quarta-feira (02), o relatório da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que recomendava a rejeição da denúncia da Procuradoria Geral da República por crime de corrupção passiva contra o usurpador Michel Temer.

Votaram 492 deputados dos 513 deputados: 263 a favor do relatório, 227 contra e duas abstenções. Houve 19 ausências. Com este resultado, os deputados livraram Temer de responder no Supremo Tribunal Federal.

Não há um brasileiro que não tenha visto aquela mala de dinheiro, com R$ 500 mil reais do deputado Rocha Loures, do PMDB, a mando do presidente Temer, ou ainda ouvido a conversa de Michel Temer com o empresário Joesley Batista, que entrou pela garagem do palácio do planalto, às 23h, sem se identificar.

O argumento utilizado pelos deputados que votaram com Temer, de que as provas não eram concretas, é vergonhoso. Tudo isso é nocivo para a cidadania, para a política e para a Democracia.

Tenho convicção de que perdemos uma batalha, mas não perdemos a guerra. Ainda temos muitas lutas a serem feitas. Esse é o desgoverno de Michel Temer, que não quer que você não se aposente. A reforma da previdência está em curso e se passar, certamente, os trabalhadores brasileiros morrerão sem direito à aposentadoria.

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