Queremos Lula Livre

Reimont trata da perseguição sofrida por Lula, desde uma condenação sem crime ao bloqueio dos meios de sobrevivência do ex e futuro presidente.

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A perseguição a Lula é flagrante. As decisões mais extremas vêm sendo tomadas contra o ex e futuro presidente, enquanto os seus adversários são tratados com toda a deferência – o tucano Alckmin, por exemplo, respondeu a um processo em segredo, sem que ninguém soubesse, e acaba de se ver livre da Lava Jato, apesar de haver muitas provas contra ele.

No caso do triplex do Guarujá, em que Lula foi condenado, isso aparece de maneira clara. Sim, a família quis comprar um imóvel no mesmo condomínio e chegou a pagar algumas prestações por ele, conforme constou da Declaração do Imposto de Renda. Mas desistiu da compra, mesmo quando a construtora insistiu e até ofereceu trocar por um apartamento maior, o tal triplex (afinal, quem não quer ter um ex-presidente na lista de clientes?). O fato é que nem Lula, nem d. Marisa e nem qualquer pessoa da família teve as chaves do apartamento ou passou uma única noite ali. O triplex está no nome da OAS e assim foi penhorado pela própria Justiça.

O juiz Moro reconheceu, ainda, que o imóvel nada tem a ver com pagamentos de propinas. Em resposta à defesa, ele fez a seguinte afirmação: “Este juízo jamais afirmou, na sentença ou em lugar algum, que os valores obtidos pela Construtora OAS nos contratos com a Petrobras foram usados para pagamento da vantagem indevida para o ex-presidente”.

Mesmo assim, Lula foi condenado e vem sofrendo. Nesta semana, a Justiça determinou o bloqueio de todos os bens de Lula e também os do Instituto Lula e da empresa LILS. Assim, o ex e futuro presidente fica impedido de pagar as suas despesas mais básicas, incluindo medicamentos e plano de saúde. Qual o objetivo dessa medida extrema? Matar de fome o presidente que tirou o Brasil do mapa da fome?

Toda essa perseguição nada tem a ver com uma suposta luta contra a corrupção. Não há provas contra Lula; não há crimes. O que há é uma luta POLÍTICA, é a tentativa de desmoralizar, isolar, apagar da memória o único presidente brasileiro nascido da população mais empobrecida, filho da desigualdade, e que, por isso, soube enfrentar a miséria e fazer o povo acreditar que é possível transformar o Brasil em um país mais justo, democrático e inclusivo. Esse é o “crime” de Lula, que a elite do atraso não perdoa.

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