Trabalho precário humilha o povo

No Brasil de Bolsonaro, quase a metade dos trabalhadores e trabalhadoras vivem de bico, de trabalho precário, informal, intermitente, sem direitos

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No Brasil de Bolsonaro, quase a metade dos trabalhadores e trabalhadoras vivem de bico, de trabalho precário, informal, intermitente, sem direitos. Segundo o IBGE, o país bateu recorde de empregados sem carteira de trabalho assinada. A última Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad), divulgada no final de agosto, revelou que 38,6 milhões de trabalhadores estão na informalidade. Isso significa que, da força total de TRABALHO do país, estimada em 105 milhões de pessoas, 41% estão sem qualquer proteção social, porque não contribuem com a Previdência. De cada 10 empregos criados, só um tem carteira assinada. 

O rendimento médio da informalidade é bem inferior, de acordo com o IBGE. Enquanto o trabalhador com carteira assinada recebe a média de R$ 2.169,00, o empregado por conta própria recebe R$ 1.427 e, sem o CNPJ, o valor cai para R$ 1.312, 00.

A Educação também sofre. Só nos oito meses de governo Bolsonaro, o corte de estudo do Capes/Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior já soma 11.811 bolsas de PESQUISA, em mestrado, doutorado e pós-doutorado.

A medida anuncia um futuro de trevas e é agravada pela proposta orçamentária para 2020, que reduz em 18% os recursos do MEC (Ministério da Educação), que afetarão da EDUCAÇÃO BÁSICA à pós-graduação. O impacto maior será no financiamento de pesquisas e nas contas de grandes UNIVERSIDADES federais.

Tudo caminha para o aumento do fosso social. Quem poderá pagar escolas e universidades particulares para filhas e filhos? O que acontecerá com as futuras gerações das famílias mais empobrecidas?

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