Vamos lutar em defesa da saúde pública

O desmonte da saúde pública é um projeto dos (des)governos de Temer, Pezão e Crivella, para privatizar o setor, em prejuízo da população mais necessitada.

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A vida humana parece não ter mais valor. O desmonte da saúde pública no Brasil e, muito particularmente, no Rio, é um projeto dos (des)governos de Temer, Pezão e Crivella, com o objetivo de privatizar o setor, em prejuízo da população mais necessitada.

Nos últimos dias, isso piorou. Vejam só:

– Dia 15/09 – o Ministério da Saúde pode tirar a insulina do programa Farmácia Popular, criado nos governos de Lula e Dilma e que beneficia, por mês, cerca de 9,8 milhões de pessoas. O Rio tem o maior percentual de diabéticos do país – 10,4% da população da cidade. Mas a vida desses homens e mulheres não importa para os golpistas.

– Dia 16/09 – Temer acelera a aprovação dos chamados planos de saúde populares. Serão mais baratos, mas não darão direito a internação, terapias e exames de alta complexidade, nem a atendimento de urgência e emergência; quem comprar, só terá direito a consulta.

– Dia 21/09 – médicos, enfermeiros e outros profissionais das UPAs do Centro e da Cascatinha, em Petrópolis, são ameaçados de demissão, por não aceitarem as novas condições de trabalho, com fim de vários benefícios e perda de cerca de 30% do valor do salário e das férias.

Enquanto isso, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, diz que o Brasil tem hospitais demais. Para ele, dá para acabar 6 mil hospitais e ficar só com 1.500.

Destruir a saúde pública é ameaçar a vida das pessoas. Não dá pra concordar. Lute contra isso.

Vereador Reimont

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