Mandato do vereador Reimont propõe Frentes Parlamentares

Em seu terceiro mandato, o vereador Reimont sugeriu à Câmara Municipal a criação de quatro frentes parlamentares, com o objetivo de debater temas relevantes para a sociedade civil

0
10

Em seu terceiro mandato, o vereador Reimont sugeriu à Câmara Municipal a criação de quatro frentes parlamentares, com o objetivo de debater temas relevantes para a sociedade civil. As frentes parlamentares são as seguintes: Democratização da Comunicação e Cultura; em defesa do Livro, Leitura e Biblioteca; em defesa da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil; e em defesa das práticas integrativas da saúde (Frente Holística).

O vereador Reimont preside a Frente Parlamentar pela Democratização da Comunicação e Cultura desde 2011. Este grupo já produziu projetos de lei, como a proposta que regulamenta a divulgação das atividades legislativas nas mídias comunitárias e destina parte da verba de publicidade oficial da Câmara Municipal para pequenos veículos de comunicação, sem privilegiar apenas as grandes empresas. Atualmente, a frente acompanha o impasse sobre o repasse de verbas para os projetos culturais aprovados no Edital de Fomento às Artes 2016/ 2017, cujos selecionados até hoje não receberam os valores para a execução dos projetos.

Criada em 2015, a Frente Parlamentar em defesa do Livro, Leitura e Biblioteca tem o objetivo de garantir o direito à cultura literária e o acesso ao livro. O coletivo surgiu após o mandato ser procurado pelo Movimento de Biblioteca Comunitária Livro, Leitura e Biblioteca, que também luta pela elaboração e implantação do Plano Municipal do Livro, da Leitura e da Biblioteca (PMLLB). Em 2006, foi criado o Plano Nacional do Livro e da Leitura, que estabelece diretrizes e políticas para área e promove a criação de planos estaduais e municipais, o que ainda não foi cumprido pelo município do Rio.

Já a Frente Parlamentar em defesa da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil tem defende os patrimônios financeiros, públicos e históricos do país. Com milhares de trabalhadores e milhões de correntistas, tanto a CEF quanto o BB sofrem com os atuais “programas de reestruturação”, que eliminam empregos e ameaçam a própria sobrevivência dessas instituições, a partir de projetos de privatização. A frente atende a uma demanda do Sindicato dos Bancários, que, já em 2015, trouxe para o mandato do vereador a preocupação com uma possível abertura de capital da Caixa. Este ano, o Banco do Brasil foi incluído na Frente Parlamentar, devido ao processo de desmonte da instituição pelo governo golpista, que já anunciou a pretensão de acabar com 18 mil postos de trabalho e o fechamento de 409 agências, inclusive em locais que não contam com qualquer outro banco; 217 já foram fechadas.

Para este ano, o mandato incluiu a Frente Holística, com o objetivo de fortalecer as políticas de regulamentação profissional e implantação de terapias integrativas e complementares em saúde, como acupuntura, ortomolecular, massoterapia e Reiki, entre outras. Algumas dessas terapias já são oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e até pelos sempre restritivos planos de saúde.

Comentários

comente

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário
Por favor entre digite seu nome aqui