Regularização para a Muzema

a Câmara Municipal foi pequena para receber as mais de 500 pessoas presentes à nossa Audiência Pública para tratar da demolição de prédios do Condomínio Figueiras do Itanhangá, na Muzema, e da regularização dos imóveis.

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Por falar em direito à moradia, na segunda-feira, 12/08, a Câmara Municipal foi pequena para receber as mais de 500 pessoas presentes à nossa Audiência Pública para tratar da demolição de prédios do Condomínio Figueiras do Itanhangá, na Muzema, e da regularização dos imóveis. Os moradores reivindicam uma vistoria técnica que demonstre se os imóveis estão mesmo em situação de risco. O condomínio é aquele aonde vieram abaixo dois prédios, matando 24 pessoas. Embora sem alvará, contavam com serviços públicos regulares, como de gás e luz.

A demolição dos prédios chegou a ser anunciada e suspensa a pedido da Defensoria Pública, para não “causar prejuízos irreparáveis aos moradores” e porque a prefeitura não apresentou os laudos técnicos.

“Há cerca de duas famílias morando nos prédios”, lembra Reimont. “Claro que, havendo risco, devem ser retiradas, mas observando critérios, como o de demonstrar tecnicamente o risco e serem tratadas com respeito, com a concessão do aluguel social. Elas não podem ser punidas por erros que não cometeram; não podem ser expulsas de suas casas.”

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