Dia Internacional da Mulher

Neste 8 de março de 2017, quando constatamos um crescimento em todo o tipo de ataque, cresce a importância da luta em defesa dos direitos e da dignidade da mulher.

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DIA INTERNACIONAL DA MULHER

DIA DE LUTA EM DEFESA DE
DIREITOS E DA DIGNIDADE

Neste 8 de março de 2017, quando constatamos um crescimento em todo o tipo de ataque, cresce a importância da luta em defesa dos direitos e da dignidade da mulher.

O caráter machista do golpe foi desenhado pela imprensa hegemônica e imposto à população, em verdadeira lavagem cerebral. Dilma Rousseff, uma presidenta honesta e guerreira, sofreu um ataque sem tréguas e sem limites, amparado em uma das mais ofensivas campanhas contra uma mulher.

A foto da posse do ministério Temer ficará na História como a confirmação da misoginia que embalou o golpe. Da mesma forma, ficará a Reforma Previdenciária proposta pelos ilegítimos e que atingirá, principalmente, as mulheres.

Essa cultura impregnou parte da sociedade, influenciando uma nova escalada da violência contra a mulher. Os números frios de 2017 comprovam a tragédia que ataca Marias, Marisas, Dilmas, Déboras, Simones, Ritas, Lurdes, Mairas, Fabianas, brancas, negras, jovens, idosas, crianças, urbanas, rurais, sem distinção de classe, cor da pele, origem, religião, igualadas pelo fato de serem MULHERES.

O nosso mandato homenageia toda a população feminina, maioria em nosso país, e se coloca firmemente na luta em defesa de todas as mulheres brasileiras.

NEM UMA A MENOS

  • Golpe machista derruba Dilma Rousseff, primeira mulher a ocupar a Presidência da República;
  • Assédio jurídico-parlamentar-midiático vitima a ex-primeira Marisa Letícia Lula da Silva.
    As mulheres recebem salários menores do que os homens, nas mesmas funções.
    Golpe reduz participação feminina na gestão federal;
  • 14% dos 16 mil chamados registrados pela PM durante o carnaval foram de violência contra mulheres;
  • Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro registra 118 novos casos de lesão corporal contra mulheres, por dia, quase cinco casos a cada hora.
  • A cada hora e meia, uma mulher é assassinada por um homem no Brasil, apenas por ser mulher. O Rio de Janeiro é um dos estados líderes em feminicídio.
  • 40% dos lares brasileiros são chefiados por mulheres.
  • Entre as mulheres trabalhadoras com renda de até um salário mínimo, 94% também se dedicam aos afazeres domésticos, percentual que cai para 79,5%, entre as mulheres com renda superior a oito salários mínimos.
  • Em 2015, o percentual da desocupação feminina chegou a 11,6%, enquanto a dos homens foi 7,8%. No caso das mulheres negras, alcançou 13,3%.
  • Em 2015, a jornada semanal das mulheres foi de 53,6 horas de trabalho, enquanto a dos homens foi de 46,1 horas. O cálculo inclui o tempo gasto nas tarefas de casa. A Reforma Previdenciária de Temer desconhece esta diferença.

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