Assassinatos políticos crescem com o golpe

O levantamento que publicamos mostra o incrível e trágico crescimentos dos crimes ideológicos após o golpe de 2016.

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O historiador Fernando Horta publicou um levantamento sobre o crescimento dos assassinatos políticos após o golpe de 2016. Vejam a lista

2016
Edmilson Alves da Silva – líder comunitário – Alagoas
José Conceição Pereira – líder comunitário – Maranhão
José Bernardo da Silva – líder do MST – Pernambuco
Almir Silva dos Santos – líder comunitário – Maranhão
João Natalício Xukuru-Karir – líder indígena – Alagoas

2017
Waldomiro Costa Pereira – líder do MST – Pará
Luís César Santiago da Silva – líder sindical – Ceará
Valdenir Juventino Izidoro – líder camponês – Rondônia
Eraldo Lima Costa e Silva – líder do MST- Recife
Rosenildo Pereira de Almeida – líder do MST – Pará
José Raimundo da Mota de S. Jr. – líder quilombola/MST – Bahia
Fabio Gabriel P. dos Santos – líder quilombola – Bahia
Jair Cleber dos Santos – líder camponês – Pará

2018
Clodoaldo dos Santos – líder sindicalista – Sindipetro Rio de Janeiro
Jefferson Marcelo – líder comunitário – Rio de Janeiro
Valdemir Resplandes – líder do MST – Pará
Leandro Altenir Ribeiro Ribas – líder comunitário – Rio Grande do Sul
Márcio Oliveira Matos – líder do MST – Bahia
Carlos Antonio dos Santos – líder camponês – Mato Grosso
George de Andrade L. Rodrigues – líder comunitário – Recife
Paulo Sérgio A. Nascimento – líder comunitário – Pará
Marielle Franco – vereadora do PSOL – Rio de Janeiro

“Quando a democracia é destruída, o sangue corre nas ruas. E é quase sempre o sangue de quem sempre defendeu igualdade, de quem sempre defendeu a vida” – Fernando Horta

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